Você já andou na rua, e sentiu que estava escutando uma musica? Bem de leve ao fundo, sei lá?!?!
Eu sempre acreditei que todo mundo carrega com sigo um pouco de música, só de andar, falar, respirar, mexer os músculo... anyway... Eu acredito que se eu fechar os olhos e escutar as pessoas, principalmente meus amigos mais antigos, eu conseguiria chamalos de algum nome de música.
Ta tudo bem, a música marca momentos das nossas vidas, essas associações sinóptica (Viu eu sei Biologia Miss Li Franzini) são lógica (ta eu não sei se SE for sinóptica deve ser obrigatoriamente lógica, mas em fim), mas o que eu quero dizer é: você associa as pessoas a momentos visuais, todos fazemos isso, usamos nossos olhos pra reconhecer os amigos e lembrar as coisas, aposto que você tem algum amigo que se parece com isso aqui:

Desesperado, escandaloso, teatral... Você consegue lembrar de alguém EU APOSTO!!
Ou seja, nós linkamos imagens a pessoas e pessoas a imagens, talvez para nos encontrar melhor em uma sociedade que nós usamos principalmente a visão para conceber coisas, conhecer coisa... Mesmo assim nós usamos todos os sentidos... O olfato, ah! Vai dizer que você não reconhece sua namorada (o) pelo perfume, Vá lá que o perfume é feito em escala... Mesmo assim, é misturado com o cheiro dela (e), fecha os olhos e sente, é bem melhor que só uma imagem... Usamos o tato principalmente quando somos adolescentes para (ATENÇÃO, ESTE TRECHO FOI SENSURADO DEVIDO À CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA) até os pais chegarem...
O paladar é mais peculiar, pelo menos eu não saio lambendo todo mundo, mas eu sei que gosto tem certas pessoas... Sem mais comentários!
Mas é a audição que eu quero me concentrar, acho que nós formamos todo o nosso conjunto externo (imagem, voz, textura, e sei lá mais o que) pelo que somos dentro. E eu não consigo pensar em nada que nos seja mais interno do que a música, e eu digo sim, que cada um tem uma música interna, e vou dizer o porque: quando estiver em silêncio, duvido que vá fazer isso, porém mesmo assim eu proponho, relaaaaaaaxa e não pensa em nada... Não vai dar, vai ter aquele pequeno zunidinho no seu ouvido esquerdo, alguma coisa que é bem parecido com nada, agora se concentra nesse zumbidinho... Esses são os sons que você ouve todo dia... No meu caso é um pouco de buzina de carro, bater de teclas, som de papel amassado e sendo contado e som de protocolo batendo misturado com batuque de mesa, meu celular desapertando e tocando, um milhão de vozes diferentes, vento forte, chuva por ai vai..., Isso tudo só é cacofônico se quem escutar quiser SER uma pessoa cacofônica eu provo de novo...
Vamos lá... Coreto 1,2,3 vai
Escuta a buzina de carro vem como o baixo grave fazendo introdução, escutaram fez um compasso 3/4... Olha o barulho do protocolo ai gente, quase um repique dobrou o tempo e vai marcando junto, o papel fez seu papel, e o som das folhas sendo contadas lembra o reco-reco-reco-reco... As folhas amassadas parecem um chocalho, mas ta muito baixo pra escutar, que bom significa que agente ta economizando arvores... E o bater das teclas terminam com a percussão da minha música cotidiana junta é claro com o batuque de mesa que eu faço quando eu sento em qualquer lugar (não que seja bom) e vem entrando os tons aos poucos primeiro meu celular despertando, a primeira voz (que da o tom pro resto do dia) é da minha mãe gritando FÊÊÊÊÊ ACORDA TA NA HORA, e por ai vem o Ré médio do meu pai dizendo “bom dia", o Fá grave do cobrador do ônibus, as semifusas de vários tons diferentes da respeitável "ORQUESTRA DAS VOZES SONOLENTAS DO MÊTRO DE SÃO PAULO" que com o passar da terceira estação vão baixando o volume em respeito à sonolência matinal, porém elas voltam em alto e bom som em um Gran-Finale anunciado pela regente do "TEATRO DOS VAGÕES" quando ela der o sinal 1,2,3... "Estação Sé, desembarque pelo lado esquerdo do trem"... E por ai segue o show do dia a dia com muitas orquestras diferentes "Lè Orquestrê de lè escrritór", "The big band Group of the Cartorários from Hell" opa... Para tudo agora é hora dos solos da chuva, hoje o vento não se apresentou... Mas amanha ele estará apostos pro seu show.
E por ai vai, formando o meu samba do dia a dia, misturado com um pouco de folk e rock clássico além do solth e bossa nova... Não escute sinta e seja sua própria música!
Eu sempre acreditei que todo mundo carrega com sigo um pouco de música, só de andar, falar, respirar, mexer os músculo... anyway... Eu acredito que se eu fechar os olhos e escutar as pessoas, principalmente meus amigos mais antigos, eu conseguiria chamalos de algum nome de música.
Ta tudo bem, a música marca momentos das nossas vidas, essas associações sinóptica (Viu eu sei Biologia Miss Li Franzini) são lógica (ta eu não sei se SE for sinóptica deve ser obrigatoriamente lógica, mas em fim), mas o que eu quero dizer é: você associa as pessoas a momentos visuais, todos fazemos isso, usamos nossos olhos pra reconhecer os amigos e lembrar as coisas, aposto que você tem algum amigo que se parece com isso aqui:

Desesperado, escandaloso, teatral... Você consegue lembrar de alguém EU APOSTO!!
Ou seja, nós linkamos imagens a pessoas e pessoas a imagens, talvez para nos encontrar melhor em uma sociedade que nós usamos principalmente a visão para conceber coisas, conhecer coisa... Mesmo assim nós usamos todos os sentidos... O olfato, ah! Vai dizer que você não reconhece sua namorada (o) pelo perfume, Vá lá que o perfume é feito em escala... Mesmo assim, é misturado com o cheiro dela (e), fecha os olhos e sente, é bem melhor que só uma imagem... Usamos o tato principalmente quando somos adolescentes para (ATENÇÃO, ESTE TRECHO FOI SENSURADO DEVIDO À CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA) até os pais chegarem...
O paladar é mais peculiar, pelo menos eu não saio lambendo todo mundo, mas eu sei que gosto tem certas pessoas... Sem mais comentários!
Mas é a audição que eu quero me concentrar, acho que nós formamos todo o nosso conjunto externo (imagem, voz, textura, e sei lá mais o que) pelo que somos dentro. E eu não consigo pensar em nada que nos seja mais interno do que a música, e eu digo sim, que cada um tem uma música interna, e vou dizer o porque: quando estiver em silêncio, duvido que vá fazer isso, porém mesmo assim eu proponho, relaaaaaaaxa e não pensa em nada... Não vai dar, vai ter aquele pequeno zunidinho no seu ouvido esquerdo, alguma coisa que é bem parecido com nada, agora se concentra nesse zumbidinho... Esses são os sons que você ouve todo dia... No meu caso é um pouco de buzina de carro, bater de teclas, som de papel amassado e sendo contado e som de protocolo batendo misturado com batuque de mesa, meu celular desapertando e tocando, um milhão de vozes diferentes, vento forte, chuva por ai vai..., Isso tudo só é cacofônico se quem escutar quiser SER uma pessoa cacofônica eu provo de novo...
Vamos lá... Coreto 1,2,3 vai
Escuta a buzina de carro vem como o baixo grave fazendo introdução, escutaram fez um compasso 3/4... Olha o barulho do protocolo ai gente, quase um repique dobrou o tempo e vai marcando junto, o papel fez seu papel, e o som das folhas sendo contadas lembra o reco-reco-reco-reco... As folhas amassadas parecem um chocalho, mas ta muito baixo pra escutar, que bom significa que agente ta economizando arvores... E o bater das teclas terminam com a percussão da minha música cotidiana junta é claro com o batuque de mesa que eu faço quando eu sento em qualquer lugar (não que seja bom) e vem entrando os tons aos poucos primeiro meu celular despertando, a primeira voz (que da o tom pro resto do dia) é da minha mãe gritando FÊÊÊÊÊ ACORDA TA NA HORA, e por ai vem o Ré médio do meu pai dizendo “bom dia", o Fá grave do cobrador do ônibus, as semifusas de vários tons diferentes da respeitável "ORQUESTRA DAS VOZES SONOLENTAS DO MÊTRO DE SÃO PAULO" que com o passar da terceira estação vão baixando o volume em respeito à sonolência matinal, porém elas voltam em alto e bom som em um Gran-Finale anunciado pela regente do "TEATRO DOS VAGÕES" quando ela der o sinal 1,2,3... "Estação Sé, desembarque pelo lado esquerdo do trem"... E por ai segue o show do dia a dia com muitas orquestras diferentes "Lè Orquestrê de lè escrritór", "The big band Group of the Cartorários from Hell" opa... Para tudo agora é hora dos solos da chuva, hoje o vento não se apresentou... Mas amanha ele estará apostos pro seu show.
E por ai vai, formando o meu samba do dia a dia, misturado com um pouco de folk e rock clássico além do solth e bossa nova... Não escute sinta e seja sua própria música!

Muito bom Felipe!!
ResponderExcluirÉ engraçado q ao ler o texto a gente realmente pára para ouvir esta música e o texto segue um ritmo encantador de alguém q sabe expressar com maestria a mágica sonoridade do di-a-dia!!
Parabéns!! =)
Kelly Reis
Cara...
ResponderExcluirQue sonzera, hein ! Texto mto bem personificado, com exemplos mto bons e realmente quotidianos. Espero que vc continue escrevendo. Mesmo pegando um caderninho no meio do dia, e escrevendo algo como "para colocar num texto, qqr hora. Não importa qual, essa é uma boa idéia."
Boooa, mlk "
Abrazz !!
Felipe esse dis você estava inspirado, poeta. Gostei muito.
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